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Preso no Amapá ‘avô’ condenado por estupro de criança

Homem de 62 anos foi capturado em Macapá após condenação de 14 anos. Ele usava doces para comprar o silêncio da vítima.

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Curadoria Nortícia
Amapá · AM
26 de mai. de 2026
publicado
2 min
de leitura · 338 palavras
Viatura policial em ação no bairro Pacoval em Macapá
Homem de 62 anos foi capturado em Macapá após condenação de 14 anos. Ele usava doces para comprar o · Foto: Redação Nortícia

A Polícia Civil do Amapá prendeu um homem de 62 anos no bairro do Pacoval, na zona norte de Macapá. O suspeito era foragido da Justiça após receber uma condenação de 14 anos de prisão em regime fechado. A prisão aconteceu nesta segunda-feira (25) e encerrou a fuga de quem cometeu graves crimes contra uma criança. O caso remete a abusos ocorridos entre os anos de 2015 e 2018.

Condenação e captura

O homem já tinha sido julgado e considerado culpado pelo sistema judiciário. A pena imposta foi de 14 anos de reclusão, no regime fechado, devido à gravidade dos atos. Apesar da sentença, ele conseguiu permanecer foragido por um período. A ação policial nesta segunda-feira garantiu o cumprimento do mandado de prisão. O suspeito foi localizado e recolhido para iniciar o cumprimento da pena que lhe foi atribuída judicialmente.

Abuso de confiança familiar

As investigações apuraram que o acusado mantinha um relacionamento com a avó da vítima. Por esse laço, ele era considerado pela criança, na época com 10 anos, como "avô de criação". Essa relação de proximidade e confiança foi utilizada para facilitar o acesso à vítima. Os abusos ocorreram durante as visitas que o homem fazia à residência da família. Ele aproveitava as oportunidades em que ficava a sós com a menina para cometer as agressões.

O método de coação

Para garantir que a criança não denunciasse as agressões, o condenado adotou uma tática de manipulação e suborno. Segundo a Polícia Civil, ele oferecia presentes como chocolates, bombons, joias e maquiagem para "comprar" o silêncio da vítima. As agressões começaram com carícias indesejadas e evoluíram para estupro, ocorrendo em pelo menos três ocasiões. O ciclo de abusos só foi quebrado quando uma testemunha flagrou o suspeito e a vítima despidos em um cômodo da casa. Mesmo diante do flagrante, ele tentou se justificar, mas não obteve êxito. Com o relato da vítima ao pai e a intervenção da família, o relacionamento do homem com a avó foi rompido.

Com base em g1-ap.

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