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ICMBio abate mais de 300 búfalos em teste em Rondônia

Campanha experimental elimina rebanho em áreas protegidas. Ação testa métodos de controle para elaborar plano de erradicação.

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Curadoria Nortícia
Rondônia · AM
25 de mai. de 2026
publicado
1 min
de leitura · 306 palavras
Operação de controle de búfalos em área alagada em Rondônia.
Campanha experimental elimina rebanho em áreas protegidas. Ação testa métodos de controle para elabo · Foto: Redação Nortícia

O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e parceiros concluíram a primeira campanha experimental de abate de búfalos invasores em Rondônia. Ao todo, mais de 300 animais foram mortos em áreas protegidas. A ação não é apenas de controle populacional, mas um teste crucial para definir os métodos mais eficientes e seguros para o futuro.

A ideia é avaliar os impactos ambientais desse tipo de intervenção. Os resultados colhidos agora servirão de base para a elaboração de um plano definitivo de erradicação. A meta é ambiciosa: até o fim do ano, a previsão é eliminar pelo menos 500 animais. Esse número representa cerca de 10% de todo o rebanho invasor que pressiona a biodiversidade local.

Desafio de terreno

O projeto foi dividido em duas fases, respeitando o cronograma das chuvas na região. Esta primeira etapa aconteceu durante o período de cheia. Na Rebio Guaporé, por exemplo, os campos naturais estão alagados. As lagoas se formam nas áreas mais baixas, alimentadas pela água da chuva ou pelos rios que atravessam a reserva.

Esse cenário específico exige adaptação das estratégias de combate. A operação foi conduzida de três maneiras: terrestre, aquática e aérea. Cada uma dessas vias foi utilizada para testar diferentes abordagens de controle, considerando a dificuldade de acesso e o comportamento dos animais na água.

Execução técnica

A erradicação é feita por controladores de fauna especializados. Eles atuam armados com rifles para garantir que o abate seja preciso. O uso de diferentes frentes (terra, água e ar) permite identificar qual método oferece menor risco e maior eficácia em cada tipo de terreno.

Com a conclusão desta etapa, o ICMBio avança na análise dos dados para definir os próximos passos. O objetivo final é proteger a fauna e flora nativas dos danos causados pela presença descontrolada desses grandes mamíferos.

Com base em g1-ro.

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◆ Repórter · Nortícia Política

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